23/04/2022 às 12h20min - Atualizada em 23/04/2022 às 12h20min

OAB Alagoas promove mesa redonda no Dia Mundial da Propriedade Intelectual

Evento acontece na próxima terça-feira (26), a partir das 19h, na sede da entidade, em Jacarecica

Por Redação

A fim de contribuir com a formação dos profissionais do Direito, a Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas (OAB/AL) realiza no Dia Mundial da Propriedade Intelectual, próxima terça-feira (26), uma mesa redonda sobre o tema. O evento acontece a partir das 19h, na sala do Conselho Seccional, na sede da OAB de Jacarecica, em Maceió.

Os interessados em participar do evento podem se inscrever pelo link https://doity.com.br/propriedadeintelectual-desenvolvimento. A capacitação é gratuita e será aberta a toda a sociedade, em especial aos advogados e advogadas que atuam ou desejam atuar na área de propriedade intelectual.

Participam da mesa redonda Josealdo Tonholo, reitor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal); Sílvia Uchôa, professora visitante da Ufal e diretora do Fórum Nacional de Gestores de Inovação; Querino Mallmann, professor da Ufal, doutor em Direito e com expertise na área de propriedade intelectual; e Jamilla de Paula dos Santos Almeida, doutoranda em Propriedade Intelectual.

“Esse é um novo ramo, carente de profissionais especializados. A proposta do evento é capacitar pessoas para atuar nessa área”, destaca Danielle Santana, presidente da Comissão de Propriedade Intelectual da OAB/AL.

Ela explica que propriedade intelectual é a ciência que estuda o direito de propriedade daquilo que é desenvolvido pelo intelecto humano. “Toda criação humana, seja direito autoral, seja uma invenção tecnológica, seja uma nova variedade de planta, é objeto da propriedade intelectual. É um gênero que abrange diversas ramificações”, acrescenta.

Segundo a presidente da Comissão, a atuação da advocacia nesta área pode acontecer, por exemplo, em empresas; em instituições de ensino superior, que desenvolvem pesquisas aplicadas; na área cultural, com artistas; entre outras. “Podemos atuar para auxiliar enquanto corpo jurídico nessa produção intelectual. Para que a gente, enquanto país, deixe de ser apenas conhecido como exportadores de commodities e possa ser reconhecido pela geração de tecnologia de qualidade, recebendo o devido reconhecimento e retorno do investimento em desenvolvimento tecnológico”, conclui.


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